Wednesday, February 27, 2013
Os 5 piores hábitos dos executivos
Hoje eu li uma matéria muito interessante no site da Revista Exame que lista os 10 piores hábitos que o executivo de uma empresa pode ter com relação à gestão da equipe. Listei apenas 3, os que eu acho mais impactante (negativamente):
Centralização do poder
Quem delega tarefa também delega autonomia. Não dar espaço para que os subordinados executem sua tarefa com liberdade cria uma “pressão desnecessária” na equipe. A centralização, na opinião de José Augusto Figueiredo, presidente da LHH,DBM, é uma das formas de buscar o reconhecimento quando se está no topo.
“Eles se sentem heroicos na posição de liderança e acabam alimentando um sistema onde a delegação é inversa: os subordinados que acabam levando as pendências para que ele resolva”, diz o Figueiredo. “Isso infantiliza a operação da empresa.”
Não atribuir méritos e responsabilidades
Quando o resultado é bom, todos comemoram. Quando a coisa não sai da melhor forma possível, a culpa é da equipe que não aplicou a estratégia da forma mais eficiente. Basaglia afirma que é muito comum entre os executivos a percepção de que suas responsabilidades se limitam ao desenho da estratégia. “Os executivos devem delegar a tarefa, mas não as responsabilidades”, afirma. “Quando há algo errado, a estratégia foi definida de forma equivocada ou faltou acompanhamento do trabalho.”
Distanciar-se da equipe
Quando o funcionário vê o executivo se aproximando da equipe e já teme pelo pior, pode acreditar, há algo de errado na gestão. “Além de garantir a entrega do resultado, o gestor tem de estar por perto para conseguir olhar e avaliar o time, identificar os méritos e tomar decisões”, lembra Basaglia. “O brasileiro falha muito na avaliação, no acompanhamento das atividades e na medição da evolução dos resultados.”
Estimular a competitividade
Há diferentes formas de estimular a competitividade dentro da equipe. Uma delas é criando um ambiente em que os funcionários disputem entre si pelos melhores resultados. Errado.
Segundo Basaglia, o melhor formado de competitividade interna passa pela garantia que as metas sejam desenhadas de forma individual. “O ideal é quando o objetivo faz com que o funcionário olhe para dentro e não para o outro para conseguir melhores resultados.”
Dar feedback em grupo
O feedback é uma ferramenta feita para ser oferecida individualmente, mesmo quando se trata de presidente e diretores. A falta de tempo e alta demanda fazem com que muitos executivos tenham criado o mau hábito de fornecer pareceres em grupo. “Muitas pessoas acabam escutando críticas que não mereciam, isso cria um desconforto inevitável”, lembra o presidente da LHH, DBM.
Texto completo e original em: http://exame.abril.com.br/gestao/noticias/os-10-piores-habitos-dos-executivos
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