Esses dias ouvi o excelente podcast Café Brasil n. 609 - As Leis, e nele, o seu editor basicamente transcreveu o conteúdo do video publicado pelo Fórum da Liberdade 2018 onde Adriano Gianturco (doutor em Teoria Política e professor de Ciência Política do Ibmec de Belo Horizonte) descorre sobre o tema de termos leis demais ou não no Brasil. O Vídeo em sua integra está logo abaixo:
O que Adriano Gianturco descreve é o estado atual do Brasil, onde existem leis demais e eficiência de menos.
A lei. Acreditamos que a lei deva ser justa, deva fazer o bem, evitar e punir o mal. Acreditamos que os problemas surjam quando a lei é desrespeitada, corrompida e não aplicada. E claro, o que todos nós queremos, é o estado de direito, o império da lei, segurança jurídica e o governo das leis. E não o governo dos homens.
Mas, a lei é feita por homens. E às vezes é a mesma lei a ser injusta a ser ineficiente e a gerar corrupção. É a mesma lei a ser ferramenta de poder, de pilhagem e de controle social.
Por exemplo, acreditamos que deveríamos ser todos iguais perante a lei. É o princípio da isonomia, da igualdade formal e jurídica. Mas é a mesma lei às vezes, que faz diferenças, que faz diferenças entre quem tem foro privilegiado e quem tem a justiça comum. Entre terra privada e terra estatal, sendo que na primeira alguém pode sempre pedir usucapião e na terra estatal, nunca, ninguém.
É a mesma lei que faz diferença entre trabalhadores privados que pagam impostos e burocratas estatais que recebem impostos e salários acima do teto e fora do mercado.
É a mesma lei que faz diferença entre quem pode e quem não pode. Entre quem pode tudo e quem pode nada.
É o Governo que não respeita as leis. Com encontros fora da agenda e com salários acima do teto.
Acreditamos que a lei deveria limitar o poder, mas às vezes, é a mesma lei a dar poder. Ao ponto que muitos querem virar juristas e advogados, exatamente para ter poder e dar carteiradas.
Afinal, alguém já disse “aos amigos os favores, aos inimigos a lei”.
Acreditamos que a lei deva ser moral e que é moral. Mas, esquecemos que a escravidão foi legal. Que os campos de concentração foram legais. Que o apartheid foi legal. Que o fundo eleitoral é legal. Que as desapropriações das favelas são legais. Que ambulantes e mendigos são retirados das nossas calçadas todos os dias com força de lei. Esquecemos que o BNDS retira 9% do PIB dos pobres para redistribuir para as empresas grandes e ricas.
E ainda muitos repetem: o Brasil tem boas leis, o problema é que não são aplicadas. Não. O Brasil tem leis demais. Se fossem todas aplicadas perfeitamente, o Brasil pararia. Enquanto no resto do mundo o direito é um simples método de resolução de conflitos. Ao contrário aqui, se gera mais conflito om a judicialização das relações sociais que muitos até celebram e os advogados agradecem, afinal, a indústria do dano moral gera, por exemplo, milhões de causas lucrativas.
Mas, é a mesma lei que é feita pra gerar corrupção. Empresas estatais e bancos estatais servem para empregar e dar poltronas aos amigos e fazer ganhar leilões a empresa amigas. A hiper burocracia dos portos mais lentos do mundo servem exatamente para que a um certo ponto, chegue o empregado do porto e apresente uma alternativa, um jeitinho, para despachar ou desembargar a mercadoria mais rapidamente.
O superfaturamento das infraestruturas não é um erro, não é falta de planejamento. É um planejamento espertinho demais. Na verdade, se fazem infraestrutura exatamente para desviar dinheiro. O custo dele é que para fazer isso tem que nos dar a ponte. E a merenda escolar é a mesma coisa. Você pode gritar: roubaram a merenda de meu filho, mas na verdade o objetivo é o mesmo. O objetivo é desviar. Para isso tem que nos dar algumas merendas. O que nós chamamos de corrupção, na verdade é o objetivo real dos políticos. É a função normal do estado. O resto é a máscara. E claro, temos que mudar isso.
Conclusão: existe uma diferença enorme entre lei e legislação. Aquelas ao qual estamos falando aqui até agora é, na verdade, a legislação e não a lei.
As leis são as leis da economia, como a lei da demanda e da oferta ou as leis naturais. A lei é um fenômeno descritivo, espontâneo, de baixo para cima, um fenômeno natural. A legislação é um fenômeno prescritivo. De cima para baixo, impositiva. É um fenômeno político e a legislação vira mera vontade do Leviatã preto no branco.
Sim, temos que respeitar a lei. Temos que tentar melhorar a lei, e o que os dois grandes homens aqui fizeram e estão fazendo é fundamental para domar a besta. Mas não basta. Prender os responsáveis é essencial, mas não é só isso. É como quando você prende o chefe do tráfico e três segundos depois surge um outro. Isso não resolve o problema que é um problema sistêmico de incentivo de estrutura.
Não é só colocar a pessoa certa que tudo vai melhorar. Não é um salvador da pátria que vai melhorar e resolver o país agora nas próximas eleições. É o tanque que está furado. Não adianta colocar gasolina. É o carro que tem que ser trocado e não só o motorista.
Métodos privados de resolução de conflitos como arbitragem, tem que ser ampliados pra mais esferas. E especialmente temos que fazer uma divisão clara e forte entre economia e política, para minimizar o conluio, o lobismo e a corrupção. Temos que tirar a política da nossa vida e do nosso bolso.
Um resumo do excelente texto de Leandro Ruschel que pode ser lido integralmente aqui. O caso brasileiro oferece uma oportunidade única para entender como a concentração de poder e a mentalidade estatista gera um ambiente propício para a corrupção absoluta.
A fórmula é simples: quanto mais recursos estiverem sob o controle de poucas pessoas, maior será o nível de corrupção e menor será o nível de liberdade e prosperidade num determinado país.
“O poder tende a corromper, e o poder absoluto corrompe absolutamente, de modo que os grandes homens são quase sempre homens maus.” John Dalberg-Acton
No Brasil, onde há uma carga tributária brutal, controlada na distante Brasília, além do controle estatal, direto ou indireto, de milhares de empresas, temos um exemplo perfeito de concentração de poder. O resultado não poderia ser outro.
O socialismo é a ideologia preferida pelos políticos por um motivo simples, ele requer exatamente a concentração de poder. Utilizando como desculpa o objetivo de proteger os pobres e “oprimidos”, um grupo de iluminados atribui a si o direito de decidir como a sociedade deve funcionar para corrigir os seus vícios.
A visão socialista é ancorada na negação da realidade objetiva, com foco no materialismo e na possibilidade de moldar a sociedade da maneira que a vanguarda “progressista” desejar. Se não há uma realidade objetiva e este mundo abarca toda a existência humana, tudo seria uma “construção social”. Não existe certo ou errado, mas sim uma decisão pessoal, geralmente baseada nos instintos básicos. O sucesso ou o fracasso não é responsabilidade individual, mas sim uma consequência de uma estrutura social “opressiva”.
Se eu cometi um crime, a culpa é da sociedade, não minha. Um bandido, nesse caso, teria o mesmo valor de um homem honesto. Na verdade, o bandido, na visão socialista, está numa posição superior, pois ele foi prejudicado de alguma forma, enquanto o homem honesto deve ser honesto porque de alguma maneira foi beneficiado pela “velha” estrutura social. Se eu sou pobre, não é porque eu não consegui produzir algo valioso, ou simplesmente porque eu prefiro ser pobre, mas sim pela exploração de uma outra classe social.
A loucura chega ao ponto de negar a própria realidade objetiva de nascer biologicamente um homem ou uma mulher. Eu posso ser o que eu quiser, agir da maneira que eu quiser, e o único significado da vida é buscar a utopia socialista do paraíso socialista na Terra, não importando se tal utopia já se provou inúmeras vezes impossível de ser realizada, ou nem mesmo é muito bem definida.
Obviamente, para impor essa mudança estrutural na sociedade é necessário concentrar muito poder. Algumas pessoas que compartilham dessa visão de mundo tem de fato boas intenções, apesar de estarem erradas, mas a maioria daquelas que realmente tem o poder nas mãos sabem que tudo não passa de um engodo. Não obstante, elas mantém uma visão materialista atrelada a um alto grau de psicopatia: se não existe nada além dessa vida, eu quero ter o máximo de conforto possível e ter todas as minhas vontades realizadas, mesmo que isso represente a morte e o sofrimento de milhões de pessoas. Não é esse um resumo exato de todos os regimes socialistas na história?
Voltemos então à situação brasileira.
Temos uma dissecação de um sistema socialista com as delações da Odebrecht. O único objetivo daqueles que estão numa posição de poder, sejam eles políticos, empresários, jornalistas, juízes, sindicalistas, etc… é tirar algum benefício próprio, de forma legal ou ilegal, sob um manto de “democracia” e de promoção da “justiça social”.
Num sistema assim, não existe livre mercado e aumento de eficiência que produziria maior criação de riqueza para todos. Por que a Odebrecht irá construir uma hidrelétrica pelo menor preço se ela tem o negócio garantido pelo maior preço possível? Até porque ela terá que pagar propinas para todo mundo.
Por que um funcionário público trabalhará mais se ele tem o seu emprego garantido, com salários e benefícios polpudos, mesmo se não produzir?
Por que os Correios irão buscar maior eficiência, se a empresa tem um monopólio do mercado e podem ser deficitários para sempre, já que o Tesouro irá socorrer a empresa em caso de necessidade de mais recursos?
Resumindo, existem direitos naturais que todo ser humano porta, dado por um Criador, entre os principais o direito a vida, a liberdade e a busca da felicidade. Governos são organizados com o consentimento dos governados e não apenas podem, mas devem ser destituídos no caso de não haver mais o consentimento dos governados, por conta de não mais garantirem os direitos naturais básicos aos governados. Não é exatamente o caso brasileiro?
Mas como esse governo deve ser organizado?
O sistema político é organizado através do voto distrital, promovendo uma verdadeira representação popular. Os políticos podem sofrer recall caso não cumpram promessas de campanha. Existe uma postura ideológica, com uma definição mais ou menos clara entre direita e esquerda. Há melhor divisão entre impostos federais, estaduais e municipais, dando mair autonomia às menores unidades administrativas, promovendo uma maior fiscalização da aplicação dos recursos. O número de funcionários públicos é menor proporcionalmente que o Brasil, poucos tem estabilidade no emprego e os seus salários seguem a média da iniciativa privada, com o mesmo sistema de previdência.
O Legislativo é enxuto, custando uma fração do que é gasto no Brasil. No Judiciário, os juízes de primeira instância são eleitos pelo voto popular, precisando apenas cumprir requisitos básicos de educação para se candidatar. Os xerifes de polícia também. Juízes federais precisam ser aprovados pelo Congresso. A aprovação de juíz da Suprema Corte é realmente difícil no Senado, não uma mera formalidade como no Brasil. Não há Justiça do Trabalho, vale o acordo entre empregador e empregado.
Não existem grandes empresas estatais e o mercado é muito mais livre, impera o conceito de livre concorrência na maior parte dos casos. O nível de burocracia é reduzido, uma empresa pode ser aberta num dia. O sonho de um jovem numa faculdade é abrir uma empresa e não passar num concurso público.
Essas são algumas características que explicam como os EUA criou riqueza para todos como nenhum outro país na história.
É para esse tipo de modelo que devemos concentrar as nossas atenções na hora de reconstruir o Brasil, não em países como Cuba, um exemplo de opressão e geração de pobreza que a esquerda brasileira tanto idolatra.
Outro desafio é como implementar essa Revolução, já que não podemos esperar que os sanguessugas que escravizam o povo há décadas puxem o seu próprio tapete. Precisamos de uma elite corajosa e engajada para produzir a Revolução, mas em primeiro lugar, essa elite precisa ter os ideais corretos.
"Delegação requer a disposição de pagar por falhas de curto prazo, a fim de ganhar competência a longo prazo." ~ Dave Ramsey
"Delegating work works, provided the one delegating works, too." - Robert Half
Delegar é uma das tarefas mais difíceis para qualquer gerente ou supervisor, porque o que nos levou a nossa posição de liderança está em contraste com essa característica necessária. Para a maioria de nós chegar a nossas posições, tivemos que ter posse sobre as tarefas que nos foram dadas. No entanto, na liderança, precisamos aprender que delegar o controle sobre cada tarefa para assumir o controle sobre a direção e visão da organização é essencial para um líder. O capitão do navio não pode varrer o convés ou cuidar da manutenção dos motores e ainda esperar que o governe o navio. :
Delegar é sobre a manutenção de controle não perder o controle. É delegar a tarefa, sem abdicar dela.
O segredo consiste em saber que a qualidade do trabalho delegado vai ser diferente da sua, pode ser que a tarefa seja feita melhor ou pior do que se fosse feita por você, mas esse é o preço da delegação. Você deixa de ter o controle total sobre o resultado exato e final da tarefa, porém você tem a visão total do progresso de todas as tarefas e pode influenciar ela. Isso pode não vai funcionar para todas as tarefas (pelo menos não imediatamente), mas se você é como eu, e tem tarefas que ainda estão no seu prato que você pode delegar facilmente com um mínimo esforço. Aqui estão algumas noções básicas para você começar:
1-)Estabeleça prazos mais apertados do que o real necessário - Uma das áreas onde a delegação dá errado é quando, ao delegar alguma coisa, chega-se ao fim do prazo, e depois se descobre que nossa equipe fez algo errado. Este é frequentemente citado como uma razão pelas quais as pessoas preferem não delegar "Se eu tivesse feito isso sozinho, isto não teria acontecido". Mas neste caso, isso acontece quando você delega e abdica a responsabilidade. Lembre-se, estamos à procura de maneiras flexíveis para manter o controle. Uma delas é definir o prazo para a sua equipe bem antes do prazo real que lhe permite rever seu trabalho e determinar se alguma coisa precisa ser reformulado, ajustado, ou adicionadas.
2-)Comece com tarefas simples e não críticas, como relatórios ou processos - Quanto mais claro o processo ou resultado melhor. Outra área de auto-sabotagem para os potenciais delegadores é que as tarefas delegadas não têm diretrizes claras. Isto é onde a equipe inexperiente pode dar errado. Processos, relatórios e outras tarefas de rotina devem ser o foco de delegar. Isso permite que você passe para a etapa seguinte rapidamente para avaliar o progresso e os resultados, em seguida, sair, o que é fundamental para ser capaz de manter o controle. Tarefas que exigem criatividade e opinião são muito mais difíceis de controlar e, portanto, devem ser uma das últimas a serem delegadas.
3-)Os pontos de verificação são necessárias - A forma mais comum de manter o controle em vez de perdê-lo é fazer checkpoints do progresso. Estabelecer checkpoints é a melhor maneira de manter o controle, enquanto sua equipe realiza a tarefa. Quaisquer correções que precisam ser feitas pode ser feito em tempo real e você pode estar ciente das coisas sem ser absorvido por elas.
Mais uma vez, delegando-se de manter o controle sobre alguma coisa enquanto não precisa fazer todo o trabalho. Se você escolher as tarefas certas para delegar e estabelecer um meio para que você possa analisar os progressos em certos pontos, você vai se sentir muito mais bem sucedido em delegar e continuar sentindo o controle. Com isso, você deixa de ser o gargalo do time e passa a ajudar o time a fazer mais no longo prazo.
O Design Thinking é um Framework que combina empatia em um contexto de um problema. Sua principal premissa é que, ao entender os métodos e os processos que designers usam para criar soluções, as organizações seriam mais capazes de se conectar e revigorar seus processos de criação e inovação.
A origem do termo vem de um livro de 1968 chamado "The Science of the Artificial" de Herbert A Simon sobre engenharia. Dentro da IBM, a importância do Design remonta à década de 60, onde Thomas Watson Jr já dizia que "Good Design is Good Business".
Em Janeiro de 2016 a IBM lançou a versão 2.0 do seu framework de Design Thinking, focando em entregas que tenham a experiência do ser humano como ponto focal da inovação.
Em seu novo framework, a IBM foca em 3 princípios:
1-)Foco no resultado do usuário: Colocar as necessidades do usuário sempre em primeiro lugar. 2-)Times Multidisciplinares: Colaborar através de diversas disciplinas para progredirmos de maneira rápida e trabalharmos de forma mais inteligente. 3-)Reinvenção sem fim: Tudo é um protótipo. Ouça, Aprenda e Corrija durante o progresso.
Esses princípios são aplicados sob a forma de um Loop, que é entender a necessidade do usuário e continuar entregando continuamente e aperfeiçoando sua experiência.
Dentro desse Loop, temos em mente sempre os 3 princípios que são pontos-chaves:
1-)Hills: Alinhando seu time ao redor de objetivos específicos que valem a pena sob o ponto de vista de negócio 2-)Playbacks: Refletir junto ao time em local seguro para fazer e receber críticas 3-)Sponsor Users: Dar ao usuário final um lugar à mesa, onde ele possa ser convidado a observar, refletir e trabalhar junto com o time.
Existem diversas formas de se priorizar um trabalho e definir seus objetivos. Se você escolher priorizar as necessidades das pessoas que irão usar sua solução, você já está meio-caminho andado na implementação de Design Thinking na sua organização.
Todo mundo quer que seus produtos e ofertas possuam um Design melhor, mas melhor pode significar diversas coisas para diversos tipos de pessoas. Antes de se comprometer a usar uma metodologia de Design, pense a respeito dos valores das empresas e dos usuários envolvidos.
Em prática, nem todo time coloca o usuário em primeiro lugar, muitas vezes a decisão é feita pura e simplesmente baseada em tecnologia ou em uma limitação do negócio. Contudo, quando se uma uma metodologia como a do Design Thinking, seu usuário para a ser o seu ponto de referência. A experiência do usuário deve ser precedente para qualquer ação ou decisão feita pelo time. Você poderá medir o sucesso do seu produto baseado no valor entregue para o usuário final.
Às vezes uma entrega é baseada no compromisso de um release ou de uma data, que nem sempre está sob nosso controle, porém, com o Design Thinking você pode usar o seu poder de julgamento para entender quando sua entrega está pronta ou não. Saiba reconhecer (sob a perspectiva do usuário) que nenhuma solução é perfeita, mas que o foco é sempre na ação, e que, mesmo onde nada seja perfeito, tudo está em constante evolução e até que se complete um trabalho, tudo pode ser considerado um protótipo.
Sempre vai existir uma idéia melhor, desde que você tenha mais tempo, então considerem o conceito de Loop e faça esse loop quantas vezes você achar necessário ao redor do problema até que ele esteja pronto para sua tomada de decisão. Quando esse tempo chegar, foque na idéia e na sua entrega e faça-o da melhor maneira possível.
Mesmo que novas idéias surjam, lembre-se que você pode corrigir ao longo da jornada e que tudo pode ser melhorado ao longo do ciclo de vida do produto.
Na IBM, design é a intenção por trás de um resultado. Usamos o Design Thinking para formar e entender os problemas sob a ótica da empatia do usuário. Esse é a nossa abordagem para aplicar o IBM Design Thinking na velocidade e escala necessária que o mundo demanda. É o nosso framework para juntar os times e chamá-los para a ação.
Esse framework ajuda os times a avançarem e a entregarem o estado-da-arte e continuar a melhorar a entrega, peça por peça, pouco a pouco porém com alto valor agregado.
Muitos de nós costumamos nos referir ao budismo mais como uma filosofia de vida do que como uma religião. O budismo é uma das religiões mais antigas que existem, e ainda é praticada por cerca de 200 milhões de pessoas em todo o mundo. Qual é o segredo desta filosofia?
Para entendê-la e abraçar seu verdadeiro significado, não precisamos nos tornar seguidores da religião. Somente precisamos abrir nosso coração e nossa mente, mantendo sempre a esperança.
1. A dor é inevitável, o sofrimento é opcional.
Levando em consideração que as pessoas só podem nos machucar se souberem ao que damos importância, evitar o sofrimento inútil pode consistir, simplesmente, em dar um passo para trás, em se desligar emocionalmente e ver as coisas sob outra perspectiva.
Isso requer prática e tempo, mas vale a pena carregar consigo este grande aprendizado. Como guia, outra frase budista nos dá uma pista de como começar: “Tudo o que somos é resultado do que pensamos; está baseado em nossos pensamentos e está feito deles”.
2. Alegre-se porque todo lugar é aqui e todo momento é agora.
Costumamos pensar apenas no passado ou estar excessivamente preocupados com o futuro. Isso nos impede de viver o momento e faz com que nossas vidas passem sem que tenhamos consciência disso. O budismo nos mostra o aqui e o agora. Portanto, devemos aprender a estar plenamente presentes e desfrutar cada momento como se fosse o último.
3. Cuide de seu exterior tanto quanto cuida de seu interior, pois tudo é um só.
Para encontrar um verdadeiro estado de bem estar, é imprescindível que a mente e o corpo estejam em equilíbrio. Não nos concentrar muito no aspecto físico e, reciprocamente, no aspecto interior, nos ajudará a nos sentir mais plenos e conscientes do aqui e do agora, facilitando, assim, uma plenitude emocional mais valiosa.
4. Vale mais a pena usar chinelos do que cobrir o mundo com tapetes.
Para encontrar nossa paz interior, precisamos ser conscientes dos nossos potenciais pessoais e aprender a dosá-los, assim como nossos recursos. Desta forma, viveremos um verdadeiro crescimento e evolução.
5. Não machuque os outros com o que te causa dor.
Essa frase é uma das máximas do budismo, e nos permite eliminar quase todas as leis e mandamentos morais atuais em nossa sociedade. Tendo um significado parecido com o da frase “não faça com os demais o que não gostaria que fizessem com você”, esta quinta reflexão vai muito além, já que consiste em um profundo conhecimento de nós mesmos e numa grande empatia para e com os demais.
6. Não é mais rico aquele que mais tem, senão aquele que menos necessita.
Nosso desejo de ter sempre mais, tanto no plano material, como no emocional, é a principal fonte de todas as nossas preocupações e desesperanças. A máxima do budismo se baseia em aprender a viver com pouco e aceitar tudo aquilo que a vida nos dá no momento. Isso nos proporcionará uma vida mais equilibrada, reduzindo o estresse e muitas tensões internas.
O fato de desejar mais coisas a todo o tempo indica somente falta de segurança, e mostra que nos sentimos sós e que precisamos preencher estes vazios. Sentirmo-nos a vontade com nós mesmos nos permite deixar para trás a necessidade de não ter que demonstrar nada.
7. Para entender tudo, é preciso esquecer tudo.
Estamos, desde pequenos, imersos numa contínua aprendizagem. Na infância, nosso mapa mental ainda não está desenhado, o que nos faz sermos abertos a “tudo” e à capacidade de entender qualquer coisa, pois não sabemos julgar.
Mas a medida em que crescemos, nossa mente se enche de restrições e normas sociais que nos dizem como devemos ser, como devem ser as coisas, e como devemos nos comportar, inclusive o que devemos pensar. Nos tornamos inconscientes de nós mesmos, então nos perdemos.
Para mudar e ver as coisas sob uma perspectiva mais saudável para nós, precisamos aprender a nos desligar das crenças, dos hábitos e das ideias que não provêm do nosso coração. Para isso, esta frase budista servirá para começar o processo: “No céu não há distinção entre leste e oeste, são as pessoas quem criam essas distinções em sua mente e então acreditam ser a verdade”.
Li uma história muito interessante sobre as diferentes formas de encarar como o dinheiro é gasto pelas pessoas. No texto de João Cesar de Melo, ele diz:
"Semana passada, abri uma exposição de meus trabalhos numa galeria mantida pelo governo. Para a preparação do espaço, enviaram um pintor que, assim que viu as tintas que estavam disponíveis para o serviço, disse que não seria o bastante. Respondi que sim, que daria para fazer o trabalho. Ele, sem saber que as tintas haviam sido compradas por mim, não pela prefeitura, insistiu que não seria o bastante e começou o serviço sem se preocupar em utilizá-las de forma racional. Três horas depois, um tanto aborrecido por eu ter lhe pedido mais capricho, ele simplesmente foi embora sem dar qualquer satisfação. Assumi o serviço. Pouco tempo depois, as paredes estavam pintadas. A tinta foi suficiente".
O episódio me lembrou das quatro formas de se gastar dinheiro descritas por Milton Friedman.
1° – Quando gastamos nosso próprio dinheiro com nós mesmos; neste caso, sempre nos
esforçando em fazê-lo da melhor forma possível, afinal, é o fruto de nosso trabalho, dos nossos esforços. Por isso procuramos sempre a melhor relação custo-benefício na hora de comprar qualquer produto ou serviço e evitamos desperdício.
2° – Quando gastamos o nosso dinheiro com outra pessoa, comprando um presente para alguém, por exemplo. Neste caso, sempre calculamos o valor do presente em função da importância e do merecimento da pessoa e principalmente se temos ou não condições para isso.
3° – Quando gastamos o dinheiro de outra pessoa conosco. Um bom exemplo é imaginar alguém nos oferecendo um almoço no restaurante que escolhermos. Com toda a certeza, escolheremos um restaurante melhor e mais caro do que aquele que optaríamos num dia qualquer, afinal, não seríamos nós que pagaríamos a conta.
4° – Quando gastamos o dinheiro de uns com outros, tendo como exemplos se alguém nos desse um dinheiro para comprar um presente para uma terceira pessoa ou nos mandasse fazer um serviço utilizando material que não foi comprado por nós. Neste caso, as considerações que teríamos na 1° e 2° formas desapareceriam, afinal, não haveria razão para nos preocuparmos com o bom uso desse dinheiro.
Essa análise de Friedman explica grande parte da ineficiência estatal. O tal pintor encarregado de preparar as paredes da minha exposição não tinha qualquer interesse em usar de forma racional a tinta disponível pelo simples fato de ela não ter sido comprada com o seu dinheiro (4° Forma). Se ele tivesse que pintar sua casa, imaginando-a com a mesma área da galeria e tendo a disposição a mesma quantidade de tinta, com toda certeza ele daria um jeito de ela ser suficiente – como eu mesmo fiz ao me esforçar em racionalizar o uso da tinta comprada com o meu próprio dinheiro (1° Forma).
Provavelmente o pintor teria se comportado de maneira melhor se eu, logo no começo, lhe dissesse que aquelas tintas foram compradas por mim e por isso ficaria ao seu lado, fiscalizando a forma como ela seria usada. Mas não… Para ele, aquela era apenas mais uma tarefa cotidiana dentro de um sistema que não lhe cobra responsabilidade. Sua postura (4° Forma) representa a da grande maioria das pessoas que preenchem a gigantesca estrutura estatal, sendo a principal causa do uso irresponsável de energia, de água, de telefone, de combustível, de passagens aéreas, de “cafezinhos”, de todo tipo de material que adentra os labirintos estatais… Além da farra protagonizada por funcionários do alto escalão em restaurantes e hotéis de luxo (3° Forma). A verdade é que a maioria dos funcionários públicos não tem pudor nem em desperdiçar o tempo do cidadão que precisa de um serviço do governo.
O que o Estado faz, por meio de sua própria existência, é criar o ambiente perfeito para a preguiça, para a irresponsabilidade e para a má conduta humana. Sem o risco de punição e de demissão, a maioria dos funcionários públicos tende ao desperdício e ao cumprimento de suas tarefas na medida do humor de cada dia. A grande maioria deles não é formada por pessoas de caráter ruim, unidas para tornar a vida dos outros mais cara e burocrática. São apenas seres humanos. Seres humanos cuja responsabilidade e eficiência estão diretamente relacionadas ao risco de perderem empregos e privilégios − quanto mais seguros se sentem num emprego, mais relapsos se tornam.
A pergunta que devemos fazer a todos os defensores do Estado como gerador de emprego é: Como o cidadão comum, aquele que mantém o Estado por meio do pagamento de impostos, terá a certeza de que cada funcionário contratado pelo governo exercerá sua função com responsabilidade, considerando que não corre o risco de ser demitido? Ou poderíamos apenas perguntar: Você contrataria para um negócio próprio alguém que não pudesse demitir? Nenhuma pessoa o faria. Ninguém, porque todos sabem que não há como prever, numa situação de estabilidade de emprego, o comportamento de uma pessoa por meio de simples provas e entrevistas. Se é quase impossível para nós, olhando nos olhos de cada pessoa, ter certeza sobre como será seu comportamento em determinada função, imaginemos para o Estado!
Nenhuma pessoa contrataria para seu negócio alguém que não pudesse demitir, porém, a grande maioria das pessoas exerceria a 3° e a 4° forma de se gastar dinheiro descrita por Friedman caso ocupasse um cargo no governo. Concursos e cargos comissionados representam tragicamente essa realidade, afinal, o dinheiro do salário de cada funcionário não sai do bolso de quem assina as contratações, mas, sim, do bolso da sociedade; e mesmo que cada pessoa contratada fosse realmente necessária num órgão público, mesmo que esta pessoa fosse competente e dedicada, a tendência é que o conforto a leve ao desleixo.
A 4° forma de se gastar dinheiro também é vista nos bancos e empresas estatais e na administração de fundos de pensão controlados por partidos políticos, com destaque para o caso do Postalis, fundo controlado por PT e PMDB, cujo rombo de mais de R$ 5,6 bilhões será pago por meio da redução do salário dos funcionários. Consideremos que um fundo de pensão não é uma mega e complexa empresa como a Petrobrás, que precisa gerenciar produção, armazenamento, venda e distribuição de produtos no mercado e ainda dar conta de pagar dezenas de milhares de funcionários e fornecedores. Um fundo de pensão tem apenas a responsabilidade de administrar certo volume de dinheiro. Tal absurdo pode ser descrito em poucas palavras: Meia dúzia de pessoas com amplo poder sobre o dinheiro dos outros. Meia dúzia de pessoas com poder para autorizar patrocínios, doações e contratos entre amigos. Tudo, à custa do trabalho da sociedade.
Enquanto finalizava esse texto, Dilma sancionou a triplicação (triplicação!) da verba partidária, quase R$ 900 milhões, ou seja: subornou TODO o Congresso Nacional de uma só vez, com apenas uma assinatura. É assim que o Estado se mantém de pé, com uns poucos usando o dinheiro de todos da forma como bem entende.
A verdade que fica evidenciada também neste caso é que a diminuição drástica do Estado, tanto em estrutura quanto em poder, é uma questão de minimização de riscos. Quanto mais a sociedade confiar ao Estado tantas funções e tantos poderes, mais essa mesma sociedade perderá dinheiro, perderá tempo, perderá liberdade e comprometerá seu futuro.
Filas longas? Trânsito? Indivíduos do Tipo A detestam tudo isso. Essa é a razão por que nós sentimos como se os outros estivessem atrapalhando um determinado objetivo, de acordo com John Schaubroeck, professor de psicologia e gestão na Universidade Estadual de Michigan - mesmo que esse objetivo seja apenas depositar um cheque no banco.
2. Chegar tarde em qualquer lugar é angustiante.
Se você nos disser para estarmos em algum lugar às 18h30, o mais provável é que nos vejam estacionando às 18h25. Os que têm a personalidade Tipo A tendem a ter hipersensibilidade ao tempo, pois não queremos desperdiçá-lo.
3. Adoramos listas.
De que outra forma controlaríamos o que precisamos fazer?!
4. Cada tarefa que nos dão é urgente.
Por causa disso nós valorizamos os integrantes da equipe que trabalham com a mesma velocidade que nós. Mais uma vez, a perda de tempo é o nossa pior inimiga.
Os trabalhadores Tipo A valorizam as pessoas que podem se comunicar de uma forma clara, concisa e sucinta" escreveu o psicólogo e gerente de projetos executivo, Bernado Tirado, em um post no blog da Psychology Today.
5. Nós somos extremamente focados em atingir metas.
Uma vez que estamos comprometidos com algo, nós nos entregamos completamente, quer se trate de um projeto de trabalho ou nossos planos para a noite de sexta-feira.
"Os [Tipos A] estão certamente mais preocupados em obter resultados" disse Schaubroeck anteriormente ao HuffPost Healthy Living. "E já que eles ficam tão ocupados com a realização de seus objetivos, faz sentido que eles sejam mais propensos a fazê-los."
6. É difícil relaxar.
É aqui que a sensibilidade ao tempo entra em jogo novamente. Odiamos a ideia de deixar o tempo passar se há algo que precisa ser feito, portanto, relaxar no meio da nossa jornada de trabalho é um desafio (mas é necessário, de acordo com pesquisas). O tempo de inatividade tende a parecer tempo improdutivo para pessoas de personalidade tipo A - ao menos, claro, se isto estiver em nossa lista de coisas a fazer.
7. Nós ficamos estressados facilmente.
De acordo com Friedman, certas personalidades - como as do Tipo A - são mais sensíveis ao estresse (que, como sabemos, é horrível para a nossa saúde).
Nós também tendemos a definir nosso padrão de forma que esperamos o pior resultado possível quando tentamos resolver uma situação. Desculpe-nos pelo leve indicio de negatividade.
8. Temos manias nervosas.
Para mim é ficar enrolando o cabelo. Para outros é roer as unhas ou ranger os dentes. Este comportamento é comum para as personalidades do tipo A, de acordo com o cardiologista e pesquisador Meyer Friedman.
9. Somos emocionais.
A razão para nos comportarmos dessa forma é porque nós nos importamos (alguns podem até argumentar que nós nos importamos só um pouco demais).
Os pesquisadores sugerem que as pessoas de personalidade Tipo A são altamente meticulosas - assim, embora possa parecer que estamos tensos quando estamos organizando uma festa de aniversário de um amigo nosso, mas isso só é assim porque queremos que ela seja um espetáculo. Eles merecem.
10. Estamos constantemente pensando sobre um assunto.
Sabe quando você fica repetindo um erro na sua cabeça uma e outra vez? É bem comum em indivíduos do tipo A. Somos conhecidos pelas nossas preocupações, ao ponto, às vezes, de nos mantermos acordados à noite.
11. Temos um lado competitivo.
Esta é talvez uma das nossas falhas mais evidentes. O Tipo A pressiona muito a si mesmo para ser a sua melhor versão possível, o que às vezes significa ser "a melhor pessoa do lugar".
Não importa tratar-se de um trabalho ou um jogo de tabuleiro, isso é bem comum em uma pessoa de personalidade Tipo A.
Cada um de nós tem seus pontos fortes e fracos e as pessoas do tipo A não são uma exceção. No entanto nós temos boas intenções, eu juro.
O último lançamento da Apple foi cercado de polêmica como quase sempre acontece. Dessa vez não foi uma nova categoria de produto, mas sim um passo que significou uma mudança muito grande em um dos seus notebooks mais populares, o Macbook Air.
A nova geração do Air, chamada apenas de Macbook, sinalizando uma nova cateria e não uma evolução da linha Air, abre espaço para questionamento em torno de sua única porta USB-C a ser usada para tudo: conexão, carga, audio e vídeo.
Parece pouco, mas levando em consideração que os acessórios Apple focam no uso do Bluetooth, é bem capaz que você só precise mesmo de uma única porta porta para carregar. O mais incrível da adoção do padrão USB-C é ter um único conector que, além de transmitir dados, consegue transmitir carga suficiente para carregar a bateria (100w) e ainda por cima enviar sinal para um monitor 4 K.
Quando o padrão USB foi adotado pela Apple no inicio dos anos 2000 a Intel (uma das principais empresas que participou do consórcio do seu desenvolvimento) ficou bastante feliz em ver uma grande empresa como a Apple adotando o padrão em seus computadores. Nessa época houve uma discussão muito grande se apenas portas USB seriam realmente suficientes. Hoje sabemos que sim, mas na época, a dúvida e o questionamento foi o mesmo.
A Apple já se envolveu em polêmicas parecidas anteriormente quando decidiu abolir de seus computadores recursos populares em suas época como Porta Serial e Paralela, Drive de Disquete, Drive de CD/DVD, Porta Ethernet e por ai afora. O ponto é que para evoluirmos no aumento da autonomia da bateria e redução de pesos, algumas decisões díficeis precisam ser tomadas e geralmente isso significa saber abrir mão de recursos aos quais estamos habituados.
Nunca teremos um momento único onde vamos parar de usar uma determinada tecnologia em função de poder adotar uma nova, isso nunca vai acontecer. Como diria o próprio Steve Jobs, temos que correr para onde a bola estará e não aonde ela está.
Qual foi a última vez que você precisou usar um CD no seu notebook? Hoje parece fácil e simples dizer que uma porta serial ou mesmo uma porta ethernet é desnecessária, mas chegar nesse momento exigiu um rompimento com o padrão atual de tecnologia.
Para quem acha que uma única porta USB-C não é suficiente, uma dica: Não compre o Macbook.
Sim, parece simples, mas vejo muita gente reclamando de algo que ela não é obrigada a comprar. Se você precisa de autonomia de bateria e leveza, com certeza você vai ter que abrir mão de algumas coisas.
Se esse padrão vai fazer sucesso ou não, só o tempo dirá, mas vejo com bons olhos um notebook cujo o foco é que ele seja como um celular, com uma recarga de bateria única para um dia todo e a possibilidade de andar e trabalhar com ele sem ter que levar o carregador a tira-colo.
A Apple deve manter sua linha "Pro" para quem precisa de mais poder de processamento e portas de conexão juntamente com a linha "Air" e o Macbook. Talvez no futuro próximo, tenhamos apenas a versão Macbook e a Macbook Pro. Como a linha Air vai ser mantida, vai depender da adoção e das vendas no novo Macbook.
1-) Elogios não fazem parte do jogo: Se você procura isso em seu novo mentor, esqueça. O mentor escolhido tem que ser capaz de te fazer os questionamentos certos nos momentos certos. Se vocêestiver em uma mentorização onde os elogios e o reforço positivo são uma constante, talvez seja a hora de procurar um novo mentor.
2-) O silêncio significa uma falha: Bons mentores sabem conduzir suas sessões de maneira franca de um modo que seja até dificil de manter. Mentores precisam mostrar através do exemplo e de evidências onde você precisa melhorar.
3-) O mentorizado precisa saber receber o feedback: Pessoas que procuram por feedback precisam estar preparadas para sairem machucadas da reunião. O Feedback do tipo "Eu vou te machucar, mas é para o seu bem" precisa fazer rotina da mentorização, do contrário, ela não serve para seu aperfeiçoamento.
4-) Saber ouvir e ter empatia ajudam a construir a relação Mentor-Mentorizado: Sempre digo que mentorização é uma via de duas mãos. Ambos precisam tirar proveito do relacionamento do longo dos meses, do contrário, ela não serve. O Mentor precisa querer aprender mais sobre o dia-a-dia do mentorizado e o mentorizado, por sua vez, precisa tirar proveito da experiência do mentor no seu desenvolvimento.
5-) O seu mentor precisa ser alguém que você admira: Alinhar-se a uma pessoa apenas para ganho político é sempre um mau negócio. Vocêprecisa encontrar alguém que através do seu exemplo ganhe sua admiração. Procure dentro e fora da sua empresa, em Start-ups, Incubadoras, conselhos administrativos e aumente seu espectro de procura. Use o Linkedin para se apresentar e introduzir o que você procura em uma mentorização.
Retirado do artigo: "5 things to look for in your next incredible Mentor" at inc.com
"Ganhar dinheiro não é pecado. A pobreza não é uma virtude. Você não vale pelo que tem. O mundo não é justo. Você supera as barreiras com esforço. Vitimismo te afasta de teus sonhos. Se alguém conseguiu você também consegue. Não é fácil, mas é possível. Aprenda com quem faz. Nunca subestime a sua capacidade. Alguém só te coloca pra baixo se você permitir".
Excerpt from a book called "The ONE Thing" that can be purchased here! This book talks about the advantages of having one thing being done at the time, instead of having a to-do list, you should have a focus list or a success list. Here it goes:
Over time, myths and mistruths get thrown around so often they eventually feel familiar and start to sound like the truth. Then we start basing important decisions on them. The challenge we all face when forming our success strategies is that. "I just have too much that has to be done", "I will get more done by doing things at the same time", "I should be able to do whenever I want", "Maybe I shouldn't dream so big". Repeat those thoughts often enough and they become the six lies about success that keep us from living "The ONE Thing".
The six lies between you and success:
Everything Matters Equally
Multitasking
A Disciplined Life
Willpower is Always on Will-Call
A Balanced Life
Big is Bad
The six lies are beliefs that get into our heads and become operational principles driving us the wrong way. Highways that end a bunny trails. Fool's gold that diverts us from the mother lode. If we're going to maximize our potential, we're going to have to make sure we put these lies to bed.
Parece simples, mas não é. Geralmente é mais fácil gerenciar uma grande equipe, e pra falar a verdade, parece um absurdo gerenciar um chefe, mas não é. Não apenas não é como é algo essencial em qualquer ambiente de trabalho.
Sempre que começar a trabalhar com um novo chefe, sente-se com ele e tenha uma conversa franca sobre como a comunicação deve acontecer, se ele prefere por email, telefone ou pessoalmente. Parece básico, mas começa por ai. Um bom fluxo de comunicação ajuda em muito na relação profissional e a maximizar os resultados do trabalho.
Ajude-o com seus objetivos, afinal, são os objetivos do grupo como um todo. Descubra o que tem na lista de tarefas do seu chefe e ajude ele com isso.
Seja leal, seja dedicado e honesto. Nunca fale sobre as pessoas ausentes e que não tem chance de se defender. Se tiver um problema com o seu chefe, fale diretamente com ele, seja respeitoso mas diga o que te incomoda.
Tenha sempre a iniciativa. Seja voluntário e ajude a distribuir o peso do trabalho entre seu chefe e você. Ajude-o também a identificar no time pessoas chaves que possam ajudar o departamento a ter sucesso como um todo.
Não dependa do seu chefe para tudo. Tente achar soluções para os problemas do time antes que o seu chefe peça. Ao invés de apenas sugerir, tome as ações. As vezes é melhor pedir perdão do que permissão. Na dúvida, erre pela ação e não pela omissão.
1. COMUNICAR, COMUNICAR E COMUNICAR SEMPRE!
Comunicação é sempre bom. Nunca é demais. Tenha certeza que você é capaz de explicar com clareza o que você quer passar, mesmo que para isso você precise ter aulas de comunicação ou contar com a ajuda de alguém que conheça melhor essa área. Comunicar é importantíssimo. Mesmo na era das Redes Sociais, onde é muito fácil postar uma informação para uma quantidade grande de pessoas e mesmo sabendo que todos estão conectados, problemas de comunicação são sempre os maiores problemas de toda e qualquer empresa, por isso nunca substime o poder da comunicação, seja por email, telefone, apresentações e informativos (newsletter). Tente aprender sobre linguagem corporal e também sobre as diferentes culturas com quem você trabalha. Isso ajuda muito em qualquer ambiente de trabalho.
2. Gaste mais tempo (de qualidade) com a sua equipe.
Uma boa parte de gerenciar um time diz respeito a delegação. Isso requer saber relacionar os skills de um funcionário com o tipo de problema que precisa ser resolvido. Saber quem sabe fazer o que, ajuda muito na hora da tomada de decisão.
3. Divirta-se!
É difícil, eu sei, muita coisa para fazer, pouco tempo de descanso e milhares de coisas para fazer. De fato, é muito difícil, mas tente. Sempre vai acontecer algo de errado no seu dia de trabalho, se você não souber balancear isso e se divertir, isso tende a piorar, como é o local onde você passa a maior parte do tempo, tente aproveitar as brechas para fazer algo que te divirta. Isso ajuda a contagiar o time com otimismo.
4. Saiba reconhecer o trabalho bem feito.
Geralmente perde-se muito tempo focando em resolver problemas e corrigir comportamento errado, mas concentrar no aspecto negativo só atrapalha no médio/longo termo. Saiba reconhecer e saiba criar um ambiente de confiança e moral, mesmo que isso signifique apenas um "obrigado".
5. Chegue no trabalho 15 minutos mais cedo.
Chegar no trabalho mais cedo, não apenas ajuda a organizar suas atividades para aquele dia como também ajuda a te dar tempo de respirar e ajudar seu time. Isso ajuda a montar o mindset pro restante do dia, da mesma forma que chegar em cima da hora só atrapalha. Você não acredita as maravilhas que chegar 15 minutos mais cedo no trabalho pode trazer.
1. Não leve suas falhas para o lado pessoal: Pessimistas acham que falhas são algo que afetam o
lado pessoal. Uma falha não é resultado de quem a pessoa é, e sim do que a pessoa fez ou deixou de fazer. Ninguém nasce um perdedor, são suas ações e o resultado delas que dizem se você terá ou não sucesso no que você faz. Encare uma falha como um quebra-cabeça a ser resolvido e pense "O que eu posso fazer diferente da proxima vez".
2. Falha é um evento temporário: Pessimistas acham que falhar é algo permanente. Eles acham que tentar algo depois que você falhou é como bater com a cabeça na parede. Otimistas acreditam que falhar é algo temporário. Eles acreditam que isso é um sinal para tentar algo diferente baseado no que aprenderam.
3. Assuma a responsabilidade sobre suas falhas: Pessimistas sempre tentam achar um culpado ou colocar a culpa no destino. Falhar é algo que está totalmente fora do controle deles, como se fosse apenas azar. Um otimista foca naquilo que ele poderia ter feito de diferente para melhorar o processo e consequentemente o resultado.
4. Mantenha a falha no radar: Enquanto pessimistas se perguntar "Porque isso sempre acontece comigo?", pense que você está aprendendo uma lição, algo valioso que vai te ajudar a melhorar da próxima vez.
5. Incentive o otimismo nos outros: Cerque-se de pessoas otimistas, e quando isso não for possível, crie essa cultura nelas. Crie um círculo virtuoso para fazer com que os pessimistas enxerguem a realidade sob a ótica do otimista e incentive-os a sempre aprender algo sobre o problema e como fazer para corrigir e obter o sucesso na próxima tentativa.
Eu costumo
dizer que as pessoas sofrem de síndrome do pânico todo domingo a noite. Quando
o programa Pânico na Band acaba, a pessoa cai na realidade de que o fim de
semana acabou e mais uma semana se inicia.
Não é difícil
encontrar pessoas que sofrem com as segundas, o problema é que a segunda feira
é justamente o dia que vai definir o ritmo e a qualidade do restante da sua
semana.
O que
podemos fazer para termos menos medo da segunda e assim termos uma semana mais
produtiva? Pensando nisso, eu listei aqui as que eu costumo fazer toda segunda-feira pela manhã:
Chegar
cedo: Quando mais cedo você chegar melhor. Não deixe que o botão snooze dite o
ritmo da sua semana. Chegue cedo, organize sua mesa e o seu computador.
Aproveite o silêncio do escritório para revisar sua agenda e sua prioridades e
depois comece a trabalhar. O fato de você chegar cedo vai te dar um espaço a
mais para possíveis imprevistos.
Organize
suas coisas: É muito importante ter sua mesa, seu e-mail, seus arquivos, sua
lista de tarefas e agenda organizada. Isso reduz o tempo que você leva para
achar uma informação e abre espaço para você se livrar do que não tem mais
valor e focar apenas no que vai te trazer resultado.
Cumprimente
seu time: É esperado que nem todos cheguem de bom humor. Não se deixe
contaminar. Aproveite para contaminar seu time com bom-humor e ânimo para mais
uma semana. Isso ajuda a levantar o moral e dá a chance de levantar possíveis
pontos de atenção do time para a semana.
Atualize
sua lista de objetivos para a semana: Como você pode avaliar se a semana que
passou foi boa ou ruim? Aproveite a segunda-feira para definir o critério de
sucesso para essa nova semana. Assim você vai poder avaliar semana-a-semana o
progresso das suas tarefas e projetos.
Resolva os
assuntos urgentes primeiro: Como dizem "First things first". Comece
pelo começo e pelos maiores problemas. Se conseguir resolvê-los, sua semana
está ganha. O que não der para fazer com certeza não vai ter um impacto
negativo na sua agenda.
Aproveite o
tempo extra na segunda para dizer "não": Como parte do seu
planejamento da semana aproveite para declinar ou delegar reuniões que não
necessitem exclusivamente da sua atenção.
Lembre-se,
existe a terça-feira: Nunca vai ser possível resolver tudo na segunda-feira.
Por isso, ao planejar a semana, tente quebrar aquilo que precisa ser resolvido
na segunda. O que pode ser resolvido na terça e foque nas tarefas do dia. O
ideal é conseguir quebrar tudo por dia ao longo da semana, mas ao começar por
listar as tarefas da semana e priorizá-las já é um grande passo.
As manhãs
de segunda são sempre as mais difíceis, mas com planejamento e foco, você
consegue antecipar os problemas e manter o foco naquilo que realmente tem valor
na sua vida.